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18 DE NOVEBRO DE 2017

Em visita técnica pela região, alunos e professores da Unicamp conhecem a Pontal Flora

Conhecer a diversidade de ações e programas voltados para a proteção e gestão dos recursos hídricos no Pontal do Paranapanema foi o objetivo de um grupo com 43 estudantes e três professores do curso de Geografia do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que estiveram de passagem na região neste final da semana. Entre as atividades, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora esteve no roteiro oficial da excursão.

Na visita à sede da Pontal Flora, situada em Presidente Venceslau, universitários e professores conheceram em detalhes, através de palestra conduzida pelo presidente José Alberto Mangas Pereira Catarino, o histórico da entidade e as ações nas áreas ambientais e educacionais desenvolvidas ao longo dos últimos vinte e seis anos. Tiveram também acesso a estrutura do viveiro, conhecendo todos os processos desde o semeio até a fase de acondicionamento das mudas para envio a campo. 

Em consonância com a disciplina de Análise e Gestão de Bacias Hidrográficas, foi apresentado aos unicampianos o Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, desenvolvido em parceria com o Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) e Governo do Estado de São Paulo, cuja atuação simultânea nos 26 municípios abrangidos pelo CBH-PP inclui cursos de capacitação e treinamento, bem como plantio de matas ciliares.

Em seguida, com a participação do engenheiro agrônomo e funcionário da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (CODASP) em Presidente Prudente, Diego Henrique Santos, foi feita a demonstração técnica do equipamento denominado “simulador de chuvas” para a visualização, em escala reduzida, do impacto das águas pluviais em solos com vegetação e nos desguarnecidos de qualquer proteção vegetal. Com a experiência, o público constatou o desgaste provocado em diferentes tipos de terrenos e suas consequências diretas na natureza, bem como os métodos eficazes para se evitar o assoreamento de córregos e rios. 

Para o professor Raul Reis Amorim, da Unicamp, a passagem dos estudantes na região foi muito proveitosa. De acordo com o docente, a visita “buscou articular o conteúdo teórico trabalhado em sala de aula com a aplicação em campo”. Já para José Catarino, a presença da delegação de professores e universitários reforça a importância da Pontal Flora no contexto da atuação em prol da causa ambiental local e regional. “Ao recebermos o pedido de visita à nossa sede, prontamente aceitamos. Ter a oportunidade de transmitir a estes jovens estudantes um pouco de nossa experiência e de nosso trabalho é a chance de despertar ou mesmo intensificar junto a eles a preocupação com o meio ambiente dentro da área de estudos”, diz.  

Para Catarino, os jovens estudantes também poderão ser grandes incentivadores da causa ambiental. “É também a chance, humildemente falando, de que o trabalho da Pontal Flora seja levado adiante para outros pontos do Estado e do país, sendo uma referência futura para quando atuarem no segmento de mercado que escolherem”, menciona.

Estiveram acompanhando a visita o secretário executivo do CBH-PP, Sandro Roberto Selmo e o professor Antônio Cezar Leal, do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP, campus Presidente Prudente.

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21 DE AGOSTO DE 2017

Rotarianos e jovens do RYLA participam de
atividades na Pontal Flora

A Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora recebeu em sua sede no domingo, 20, membros do Rotary Club e jovens participantes do programa de liderança juvenil promovido pelo clube de serviço.

Os visitantes puderam conhecer toda a infraestrutura da entidade, assim como os trabalhos desenvolvidos nos campos da recuperação florestal e na educação ambiental, com destaque especial para o Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, que é fruto da parceria entre a Pontal Flora com o Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) e Governo do Estado de São Paulo.

Além de uma breve explanação feita pela coordenadora Rosimeire Aparecida da Costa sobre a proposta do Projeto iniciado ano passado, o secretário executivo do CBH-PP, Sandro Roberto Selmo, expôs sobre a importância do papel do comitê de bacia na gestão e preservação dos recursos hídricos regionais, bem como sua estrutura, frentes de atuação e funcionamento.

Para falar sobre a manutenção do solo como método eficaz contra o assoreamento de córregos e rios, o engenheiro agrônomo e funcionário da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (CODASP) em Presidente Prudente, Diego Henrique Santos, utilizou o equipamento denominado “simulador de chuvas” para demonstrar o impacto das águas pluviais tanto em solos com vegetação quanto nos desguarnecidos de qualquer proteção vegetal. Com a experiência, o público constatou o desgaste provocado por poucos minutos de chuva em dois diferentes tipos de terrenos e suas consequências diretas na natureza.

Os jovens que acompanharam a apresentação com o simulador de chuvas integram o Rotary Youth Leadership Awards (RYLA), na tradução, Prêmio Rotary de Liderança Juvenil. Trata-se de um programa de treinamento que busca o aprimoramento do caráter e o desenvolvimento da capacidade de liderança e cidadania, bem como promoção do crescimento pessoal. Durante todo o domingo, os participantes acompanharam palestras, plantaram mudas de espécies nativas nas proximidades da lagoa de captação de água direcionada para reuso na irrigação do viveiro, além de cumprirem uma intensa programação na Sala Ambiental da Pontal Flora.

Na atividade estiveram presentes também o novo governador do Distrito 4510 de Rotary International, Mauricio de Agostinho Antônio, o presidente do Rotary Club de Presidente Venceslau, Álvaro Carlos da Silva, o coordenador distrital de RYLA, Juliano Camilo Borges e o presidente da Comissão Distrital de Serviços a Juventude do Rotary, Vilcio Caetano de Lima, bem como membros do Rotary local e de cidades vizinhas, palestrantes e convidados.

Veja mais fotos clicando aqui

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 DE AGOSTO DE 2017

Aprovação do PL 315/2009 significará redução
de investimentos do FEHIDRO

Clique nos links abaixo e acesse os documentos:

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22 DE MARÇO DE 2017

19º “Encontro Regional de Educadores em Defesa da Água” e apresentação do “Simulador de Chuvas”

Nesta quarta-feira, 22 de março, data em que é celebrado o Dia Mundial da Água, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP) promoveu, em parceria com a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, a 19ª edição do “Encontro Regional de Educadores em Defesa da Água” no município de Presidente Venceslau.

No evento foram apresentados vídeos, informes sobre trabalhos educacionais e pedagógicos com tema voltado à água, os quais são praticados pelas escolas das redes públicas estadual e municipal, além de debate sobre como melhor engajar a sociedade nas questões que envolvem a preservação dos recursos hídricos. O tema “Águas Residuais”, adotado este ano pela ONU, também foi discutido.

Além das atividades do “Encontro”, os participantes tiveram acesso às ações desenvolvidas pela Associação Pontal Flora no campo da educação ambiental com foco na proteção aos recursos hídricos através do projeto “Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos”, desenvolvido em conjunto com o CBH-PP, com recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO).

Entre outros, foi apresentado ao público o “simulador de chuvas”, um equipamento cuja finalidade é auxiliar professores e estudantes na melhor compreensão dos efeitos das chuvas no solo, oferecendo a oportunidade de observar, em escala reduzida, o impacto das águas da chuva tanto em solos com vegetação quanto nos desguarnecidos de qualquer proteção vegetal, bem como seus efeitos diretos no lençol freático e no assoreamento de córregos e rios.

Houve ainda uma oficina com alunos da Unesp que explicaram o processo de filtragem da água e ensinaram a construção de um filtro utilizando como base garrafa tipo pet.

Além de Presidente Venceslau, o 19º Encontro Regional de Educadores em Defesa da Água ocorreu nas cidades de Mirante do Paranapanema e Presidente Prudente.

Confira o álbum completo com as fotos do evento clicando aqui

Fotos cedidas pelo projeto Capacitação e Treinamento para
Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos

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17 DE MARÇO DE 2017

CBH-PP e Pontal Flora realizam Encontro Regional
de Educadores em Defesa da Água

Como parte das comemorações do Dia Mundial da Água, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP) promove na próxima quarta-feira, 22, a 19ª edição do “Encontro Regional de Educadores em Defesa da Água”. Este ano a atividade ocorrerá simultaneamente em três municípios situados na área de abrangência do Comitê, sendo eles Presidente Prudente, Mirante do Paranapanema e Presidente Venceslau.

De acordo com a programação oficial, nas três localidades o evento terá abertura às 8h, quando serão apresentados vídeos temáticos, formados os grupos para debates, além da realização de uma oficina de “filtro pet”. O horário previsto para encerramento é ao meio dia.

Em Presidente Venceslau, o Encontro ocorrerá na Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Pontal Flora, que abrirá as portas de sua sede para os profissionais da educação pública e privada regional, além da comunidade interessada. Desde o ano passado, a Pontal Flora intensificou os trabalhos de educação ambiental com foco na proteção aos recursos hídricos através do projeto “Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos”, desenvolvido em conjunto com o CBH-PP, com recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO).

Além das atividades citadas anteriormente, a Pontal Flora apresentará aos participantes o “simulador de chuvas”, um equipamento construído especialmente para auxiliar professores e estudantes na melhor compreensão dos efeitos das chuvas no solo, oferecendo a oportunidade de observar, em escala reduzida, o impacto das águas da chuva tanto em solos com vegetação quanto nos desguarnecidos de qualquer proteção vegetal, bem como seus efeitos diretos no lençol freático e no assoreamento de córregos e rios.

“O ‘simulador de chuvas’ passa a ser mais um equipamento disponível de aprendizagem e capacitação na vertente ambiental que a Pontal Flora oferecerá aos professores, alunos e a todos que visitam a entidade. Juntamente com estrutura da sala ambiental, a biblioteca, o viveiro de produção de mudas, o reservatório de reuso da água para irrigação e o arboreto, nossa entidade se apresenta como um polo de referência local e regional capacitado para o desenvolvimento de ações efetivas na área da Educação Ambiental”, comenta José Alberto Mangas Pereira Catarino, presidente da Pontal Flora.

“Estendemos a toda comunidade o convite para participar do evento no dia 22 de março e conhecer de perto os trabalhos desenvolvidos tanto pelo CBH-PP quanto pela Pontal Flora em toda a região”, ressalta Catarino.

Agenda
Em Presidente Venceslau, as atividades referentes ao Dia Mundial da Água serão na sede da Associação Pontal Flora, localizada na rua Paulo César Rondó Nogueira, 14 (entre o Recinto de Exposições da Faive e o Aeroporto Municipal).

Em Presidente Prudente ocorrerá no Auditório da Diretoria Regional de Ensino, na Avenida Manoel Goulart, 2651 - Vila Santa Helena. Em Mirante do Paranapanema, acontecerá no Núcleo Regional de Tecnologia Educacional (NRTE - Mirante do Paranapanema), situado na rua Antônio Erisvaldo da Silva, próximo ao n° 210.

Dia Mundial da Água 2017
A ONU Água - interagência da Organização das Nações Unidas que cuida da temática de recursos hídricos e saneamento - estabeleceu o tema “Águas Residuais” como o foco das discussões para o Dia Mundial da Água neste ano.

As Águas Residuais, resultantes de algum processo de alteração, após o uso doméstico, comercial ou industrial, também conhecida como "esgoto", geralmente podem ser reutilizadas para fins que demandem menor qualidade, desde que recebam um tratamento adequado.

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07 DE DEZEMBRO DE 2016

Plantio de mata ciliar em Piquerobi

Finalizada a agenda com os cursos de capacitação e treinamento que transcorreram por todo o ano de 2016, o Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, desenvolvido pela Pontal Flora juntamente com o Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) e Governo do Estado de São Paulo, iniciou a sua segunda etapa, a qual consiste na implantação de áreas de mata ciliar nos municípios compreendidos em sua área de atuação.

Nesta quarta-feira, Piquerobi, integrante da UPRH-2, foi o primeiro município a receber o plantio. Estudantes da Escola Municipal de Educação Infantil e Fundamental “Professora Maura Aparecida Dassie Vergani”, juntamente com seus professores e comunidade em geral, se reuniram na Fazenda Alegrete para o plantio de mudas de espécies nativas nas proximidades de um dos afluentes do córrego São Geraldo.

Foram mais de 1.600 mudas plantadas, entre aroeiras, ipês, angico, jatobá, ingá, etc., todas nativas da região e produzidas no viveiro da Pontal Flora. A equipe técnica da Associação esteve no local auxiliando e prestando toda a orientação necessária durante a ação ambiental.

A fase de plantios do Projeto é uma complementação ao trabalho de conscientização ambiental com foco na preservação dos recursos hídricos da região, cujo tema norteou o ciclo de cursos desenvolvidos nas quatro UPRHs existentes na área abrangida pelo CBH-PP.

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21 DE NOVEMBRO DE 2016

Pontal Flora promove capacitação de funcionários

Visando oferecer conhecimento e contribuir para o desenvolvimento e a atualização profissional de seu quadro de funcionários e colaboradores, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Pontal Flora, realizou na manhã de sábado, 19, curso de capacitação organizacional em ambiente de trabalho. A iniciativa partiu da direção da entidade, sendo ministrada pelo consultor Wesley Aguiar, da WA Consultoria em Carreira.

No decorrer do curso foi passado ao público noções de organização funcional dentro da instituição através de técnicas de dinâmicas de grupo, vídeos motivacionais e análises de situações do cotidiano envolvendo relações interpessoais.

Para o presidente da Pontal Flora, José Alberto Mangas Pereira Catarino, a atividade de sábado reforça as políticas internas da associação no que tange aprimorar o desempenho dos funcionários de forma convergente com a missão da entidade. “O sucesso da Pontal Flora, que em 2016 completou vinte e cinco anos de existência, não se deve apenas a qualidade das mudas produzidas em seu viveiro, ou as atividades de educação ambiental, ou ainda as centenas de projetos desenvolvidos com foco na preservação e recuperação florestal regional ao longo do período. Se deve, e muito, a todos aqueles que aqui trabalharam e os que atualmente integram o quadro de funcionários”, ressalta Catarino.

“As pessoas são, sem margem para dúvida, uma parte importante da Pontal Flora, pois são elas que mantem e levam adiante os ideais que norteiam a associação desde a sua fundação”, afirma.

Especialistas em gestão de pessoas para o mercado de trabalho defendem que capacitar é também treinar e direcionar o profissional a um processo de educação, reciclagem e alteração de comportamento. Por meio de treinamentos, o colaborador adquire características de proatividade, conhecimento sobre as necessidades específicas do local de trabalho e do setor específico em que atua.

Catarino observa que capacitações desta natureza resultam em benefícios tanto para a entidade, quanto para os funcionários. Segundo ele, o efeito direto é um ambiente de trabalho mais agradável, diminuição na rotatividade de pessoal, melhor entrosamento entre os funcionários, melhoria dos serviços prestados e elevação na produtividade, dentre outros.

A Associação Pontal Flora, com sede no município de Presidente Venceslau, é uma organização civil sem fins lucrativos e constituída por consumidores de matéria-prima florestal, por proprietários rurais e colaboradores ambientalistas. Tem como objetivo a produção de mudas de espécies nativas e exóticas destinadas a recuperação florestal e ao plantio comercial. É referência regional na área, atuando também no campo da educação ambiental com instituições parceiras.

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23 DE OUTUBRO DE 2016

Região de PP tem 50 km² de área reflorestada

No total, são 540 m² de APPs; preocupada com a situação, Pontal Flora ressalta importância de preservar os recursos existentes

A região de Presidente Prudente possui 540 km² (quilômetros quadrados) de APPs (Áreas de Preservação Permanente). Destes, apenas 50 km², ou seja, 9%, foram reflorestados. Preocupada com tal situação, a Pontal Flora (Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema) tem promovido o Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, na tentativa de conscientizar os gestores municipais, professores, pequenos agricultores, bem como a população em geral, sobre a importância de preservar e recuperar os recursos existentes.

“Toda essa área precisa ser reflorestada e isso deve ser algo que nossa geração não vai ver. No entanto, precisamos começar já para garantir um futuro para as próximas gerações. Esta é a região com menos mata ciliar e com menor cobertura florestal do Estado”, alerta o presidente da entidade, José Alberto Mangas Pereira Catarino.

O responsável pela Pontal Flora explica que, quanto à área de APPs, esta é amparada pela legislação, porém, outras medidas precisam ser adotadas para que o cenário fique otimista. Isso porque, é necessário, de imediato, proteger os recursos hídricos e então partir para a recuperação da mata ciliar. Explica que a situação se deve à ação do homem, já que, no princípio, a região era praticamente revestida por floresta nativa, a qual foi sendo destruída com a ocupação humana, que passou a aproveitar a maior parte dos espaços para a agricultura e a pecuária. “Essa ocupação partia da margem dos lagos, rios, para dentro da floresta, deixando o curso sem proteção. A mata é imprescindível para preservar os recursos hídricos”, expõe.

José Alberto ainda destaca que, por conta da qualidade do solo, a região é mais propensa à erosão. “Esse total reflorestado é muito pouco, pois todo o resto está sujeito à erosão, ao assoreamento, etc”, comenta. Frisa que essa área de 540 km² abrange todos os córregos, rios, afluentes, da região com uma área que os margeia, a qual é de extrema importância. “Nossa luta é pela recuperação, então o objetivo é plantar. Mas, primeiro, precisamos plantar essa ideia na cabeça das pessoas. Procuramos levar essa mensagem através dos cursos, para criar esta vontade de recuperar os nossos recursos”, diz.

Projeto
Justamente para conscientizar a comunidade sobre a necessidade de preservar a natureza, a Pontal Flora promove, dentro do projeto de capacitação, cursos divididos em três vertentes, que tratam especificamente da gestão dos recursos hídricos, dos impactos das ações sobre eles e da recuperação das matas ciliares. Todos os módulos foram desenvolvidos na sede da entidade, em Presidente Venceslau, e atenderam municípios pertencentes às UPRHs (Unidades de Planejamento de Recursos Hídricos) números 3 e 4, abrangidas pelo CBH-PP (Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema). A última etapa foi realizada quinta e sexta-feira, para representantes das cidades de Iepê, Indiana, Martinópolis, Nantes, Rancharia, Regente Feijó e Taciba.

“Finalizados os cursos, iniciaremos em breve a formação de Núcleos Municipais de Recuperação de Matas Ciliares com os objetivos de apoiar, promover e executar ações integradas voltadas à conservação ambiental, proteção da biodiversidade, desenvolvimento sustentável, recuperação de áreas degradadas e reflorestamento de APPs nos 26 municípios pertencentes a região do CBH-PP”, relata José Alberto.

A Assessoria de Imprensa da Pontal Flora pontua que, o curso de Mata Ciliares, promovido nestes últimos dias, foi conduzido pela engenheira agrônoma Renata Inês Ramos e pela engenheira florestal Irene Tosi Ahmad, da empresa Florari Ambiental – Consultoria, Planejamento e Gestão Ambiental, e teve participação do geógrafo do Departamento de Meio Ambiente da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), Celso Machado.

Proteção de recursos pode gerar recompensa
A fim de incentivar os pequenos agricultores a cuidarem dos leitos dos rios que cruzam suas propriedades, a Pontal Flora (Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema) pretende seguir o exemplo de outros pontos do país, onde os trabalhadores, quando prestam tais cuidados com os recursos hídricos, recebem um pagamento pela ação. A intenção, segundo o presidente da entidade, José Alberto Mangas Pereira Catarino, é fazer um experimento na região de Presidente Prudente já no próximo ano, pois, nesta área, 60% das microbacias são extremamente críticas em relação à erosão, já que não estão devida-mente protegidas.

“Temos que transformar o produtor rural em produtor de água. Aquele que tiver curso de água protegido deve receber um pagamento, que deverá ser o valor pago por aqueles que tiram as águas dos rios”, ressalta. José Alberto revela que experimentos semelhantes são realizados no Estado, no entanto, nenhuma ação do tipo foi desenvolvida na região, até o momento. “Esse produtor vai cuidar dos recursos hídricos não só para ele, mas para todos. Então, esses recursos precisam ser revertidos para esses agricultores que cuidam dos córregos protegidos por mata ciliar”, aponta.


Reportagem de Mellinna Dominato,
publicada originalmente no Jornal Imparcial,
edição de 23 de outubro de 2016

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13 DE SETEMBRO DE 2016

Encontro busca opções de investimento em assentamentos agrários

Cumprindo com seu papel de apoiar todas as iniciativas de interesse da sociedade local e regional, mais uma vez a Associação Pontal Flora cedeu, nesta terça-feira (13) as dependências da Sala de Uso Múltiplo para abrigar reunião entre integrantes da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo e representantes de alguns municípios do oeste paulista. O encontro procurou definir encaminhamentos quanto a aplicação do repasse de R$ 500 mil, montante proveniente do Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social do Pontal do Paranapanema, criado a partir da Lei de Regularização Fundiária.

De acordo com Gilberto Ferrari, supervisor técnico do escritório da Fundação ITESP - GTC Presidente Venceslau, o valor será direcionado aos municípios de Caiuá, Piquerobi, Ribeirão dos Índios, Tupi Paulista e Marabá Paulista, além Venceslau. “O dinheiro proveniente deste fundo será exclusivamente para a atender a área social ou produtiva dos assentamentos. A reunião de hoje teve por objetivo apresentar propostas para um melhor aproveitamento desta verba pública”, explicou Ferrari.

Os valores de repasse para cada município são proporcionais ao número de famílias atendidas pelo programa de reforma agrária. Uma nova reunião está agendada para a próxima semana, também na Pontal Flora.

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20 DE AGOSTO DE 2016

Estamos com estande montado na 40ª Faive

A Pontal Flora está presente mais uma vez na Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau (Faive/2016). Em nosso estande é possível conhecer os trabalhos desenvolvidos ao longo dos 25 anos de existência da associação no campo da recuperação florestal, bem como as ações educacionais e ambientais.

Temos para exposição e venda, mudas de espécies arbóreas nativas e exóticas, além de orquídeas e primaveras em plena fase de floração.

Faça-nos uma visita até o próximo dia 28 de agosto. Você será bem-vindo!

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08 DE JUNHO DE 2016

Na "Semana do Meio Ambiente", escolas visitam a Pontal Flora

Mantendo a tradição e se reafirmando como importante polo de educação ambiental regional, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, recebe nesta semana em sua sede alunos de escolas das redes pública e privada de ensino, consolidando como instrumento de apoio aos professores em aulas práticas durante a “Semana do Meio Ambiente”.

No decorrer da visitação, os alunos têm contato direto com os trabalhos desenvolvidos pela instituição na produção de variadas espécies de mudas nativas e exóticas. Além da visitação no viveiro de produção, onde acompanham todos os estágios de semeadura, germinação e os primeiros meses de desenvolvimento até a fase de acondicionamento para expedição dos exemplares destinados ao plantio, é possível também visitar a lagoa de captação de água direcionada para reuso na irrigação e o arboreto, com mais de 80 espécies diferentes de árvores nativas da região do oeste paulista. Toda a visita é guiada por um funcionário prontamente capacitado para auxiliar professores e alunos.

É disponibilizada aos visitantes a estrutura da Sala de Uso Múltiplo, onde os professores podem estender ou mesmo complementar as aulas iniciadas na unidade escolar de origem com a opção de exibir vídeos ou consultar a vasta biblioteca existente no local, incluindo o acervo do Programa Sala Verde.

A visitação na sede da Pontal Flora acontece de segunda a sexta-feira, no horário das 7:30 às 16:30. Não há qualquer custo. Pede-se que as escolas ou entidades interessadas agendem a visitação com antecedência, através do telefone (18) 3271-3633.

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03 DE JUNHO DE 2016

Pontal Flora esteve presente em evento de ação ambiental

Durante a reunião conjunta envolvendo o Grupo de Trabalho de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente/Mananciais (GT-APP/Mananciais) e a Câmara Técnica de Educação Ambiental (CT-EA) do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), realizada nesta sexta-feira, 03, no município de Anhumas, o Projeto de Capacitação e Treinamento para preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, o qual é desenvolvido pela Pontal Flora, teve os seus trabalhos apresentados ao público presente.

Na oportunidade, Sandro Roberto Selmo, secretário executivo do DAEE em Presidente Prudente, fez uso da palavra e explicou sobre os objetivos da iniciativa, tendo como apoio uma apresentação multimídia. Além dos cursos já feitos, informou sobre a agenda de atividades para as próximas semanas e reforçou o convite para que todos possam participar ou enviar representantes para os cursos, tendo em vista a relevância da proposta para a questão da preservação dos recursos hídricos na região.

Além da apresentação do Projeto, na pauta do encontro entre os segmentos que compõem o CBH-PP, esteve em discussão a comemoração do "Dia Mundial do Meio Ambiente"; a apresentação com um breve histórico do Projeto de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente/ Mananciais no alto curso do Rio Santo Anastácio; e os procedimentos para início plantio junto as propriedades rurais cujos proprietários firmaram parcerias viabilizando Termos de Ajustamento de Conduta firmado pelo Ministério Público (TACs) e Termos de Compromisso e Recuperação Ambiental firmados com a CETESB.

Representando a Pontal Flora no evento, estiveram o engenheiro agrônomo Yukishigue Okada e a secretária Vera Lucia Menezes Oliveira.
 

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25 DE MAIO DE 2016

Alunos da escolinha do Eldorado plantam mudas de árvores

Dentro do projeto “Horta Educativa”, desenvolvido pela EMEFEI Professor João Rodrigues, localizada no bairro Jardim Eldorado, em Presidente Venceslau, os alunos estiveram nesta semana plantando mudas de espécies frutíferas e nativas.

Com o auxílio do professor Northon, as crianças plantaram 17 mudas de mamão, cujo objetivo é de suas frutas servirem de alimento para os tucanos que costumam sobrevoar e, muitas vezes, pousar nas arvores existentes nas proximidades.

Os alunos aproveitaram e plantaram também cinco mudas de Ingá, com a finalidade de que, nos próximos anos, as árvores forneçam sombra na área do parquinho da unidade escolar.

Todas as mudas foram obtidas no viveiro da Associação Pontal Flora.

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05 DE MAIO DE 2016

Sede da Pontal Flora abriga audiência pública sobre nova lei agrária

A Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) realizou nesta quinta-feira, 5, uma audiência pública em Presidente Venceslau para discutir a construção do Decreto que regulamentará a Lei nº 16.115/2016, sancionada em janeiro. A reunião, direcionada a agricultores familiares assentados, movimentos sociais e representantes do poder público e da sociedade civil, ocorreu na sede da Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, que, mais uma vez, se colocou a disposição dos interesses da sociedade e cedeu as instalações da Sala de Uso Múltiplo para o encontro.

A nova legislação atualiza a Lei nº 4.957/85, provocando relevantes mudanças, como a possibilidade de transmitir os lotes aos descendentes [sucessão hereditária] e o acesso dos beneficiários a mais linhas de financiamentos e programas de compras institucionais, como o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS).

A Lei nº 16.115 foi construída após longo período de debates entre o Itesp, assentados, sindicatos, prefeitos, vereadores, deputados e movimentos sociais. A iniciativa resultou na construção do Projeto de Lei (PL) nº 1.209/15, encaminhado pelo Poder Executivo à Assembleia Legislativa em setembro de 2015 e aprovado por unanimidade em dezembro do mesmo ano.

Durante as audiências as famílias assentadas são consultadas durante a construção do decreto. Assim que for publicado, elas receberão as orientações.

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12 DE ABRIL DE 2016

Ações de plantio contam com o apoio do Pontal Flora

O Tiro de Guerra 02-064, de Presidente Venceslau, realizou nesta terça-feira, 12/04, mais uma atividade do Programa de Instrução do Exército Brasileiro, a qual consistiu em uma marcha que partiu do Centro de Instrução até ao Córrego do Veado, no Centro Rural, onde os atiradores fizeram o plantio de mudas de árvore no local.

O referido leito d´água é o principal manancial de abastecimento para o município, sendo em um de seus trechos, instalado o centro de captação da Secretaria de Abastecimento e Saneamento Básico. Nas proximidades os atiradores plantaram dezenas de mudas de espécies nativas doadas pela Associação Pontal Flora.

Além da ação de proteção ambiental do TG, há poucos dias um mutirão promovido por moradores do bairro Vencesville, em Presidente Venceslau, fez o plantio de árvores em área do bairro visando a formação de núcleos arbóreo e, ao mesmo tempo, numa tentativa de coibir o despejo de lixo doméstico no local.  As mudas, uma vez mais, foram doadas pela Pontal Flora.

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26 DE MARÇO DE 2016

Irmandade franciscana visita a sede da Pontal Flora

Durante passagem pelo município de Presidente Venceslau neste feriado prolongado de Páscoa, um grupo de aproximadamente 30 devotos de São Francisco de Assis, provenientes da cidade de São Paulo, visitou a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora na manhã de sábado (26).

Recepcionados pelo presidente da entidade, José Alberto Mangas Pereira Catarino, os religiosos puderam conhecer a estrutura de produção de mudas de variadas espécies de árvores nativas e exóticas. Também lhes foram apresentadas todas as etapas do processo evolutivo das mudas, desde a semeadura até a fase de acondicionamento para expedição dos exemplares destinados ao plantio.

Liderado por José Carlos dos Santos, natural de Presidente Venceslau, o grupo esteve na cidade com o objetivo de doar imagens de São Francisco de Assis e de Santa Clara, além de uma com Jesus Crucificado para a Capela de São Francisco de Assis do bairro Olga Rheingantz Ellis, conhecido por “Residencial da Faive”.

Como agradecimento, a comunidade ofereceu um almoço aos franciscanos e, atendendo à solicitação, a Pontal Flora gentilmente cedeu o uso de suas dependências para o momento de confraternização.

Serviço

A Comunidade de São Francisco de Assis está localizada no Jardim Rio Pequeno, região do Jaguaré, zona oeste da capital paulista. Toda quarta-feira o espaço onde são realizadas as atividades é aberto para receber aqueles que procuram por apoio e conforto espiritual, quando são feitos trabalhos de orientação religiosa.

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22 DE MARÇO DE 2016

Evento discute papel da educação ambiental na
preservação dos recursos hídricos

Durante o XVIII Encontro Regional de Educadores em Defesa da Água, ocorrido nesta terça-feira (22), professores da região do Pontal do Paranapanema e representantes de órgãos públicos e sociedade civil refletiram sobre a importância da educação ambiental como mecanismo transformador da sociedade, refletindo diretamente na preservação dos recursos hídricos, cada dia mais ameaçado devido ação direta do ser humano.

Presidido pela presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP) e prefeita do município de Rosana, Sandra Aparecida de Souza Kasai, o evento já se tornou uma tradição anual na data quando é celebrado o Dia Mundial da Água. O “Encontro” foi organizado pelo CBH-PP, através do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental (CT-EA), e contou com os apoios do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Fehidro, Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp), Fundação Instituto de Terras (Itesp), Secretaria Estadual de Educação, Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Ponta Flora, Companhia Energética de São Paulo (CESP), Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Unesp e Prefeitura de Presidente Prudente.

Para explanar o tema escolhido deste ano, “Água Boa, Empregos Melhores”, o público teve a oportunidade de contar com o conhecimento técnico dos palestrantes e especialistas em assuntos ligados a recursos hídricos e meio ambiente, Dr. Antônio Cézar Leal (da Unesp de Presidente Prudente) e o Dr. Emílio Carlos Prandi (geólogo do DAEE), que se alternaram nas exposições.

No encerramento do evento, o CBH-PP lançou o Portal de Educação Ambiental – www.ea.cbhpp.org – um site que visa centralizar em um único lugar e de fácil acesso informações sobre educação ambiental e recursos hídricos. O portal possui áreas destinadas a documentos diversos, cursos e capacitações, atividades de educação ambiental, biblioteca virtual, dentre outros.

Distribuição de mudas

A Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Ponta Flora, uma das parceiras do evento, esteve presente distribuindo gratuitamente mudas de diversas espécies nativas da região. Cada pessoa que retirou mudas recebeu informações sobre plantio e manejo da espécie.

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18 DE MARÇO DE 2016

Projeto dedicado a preservação de recursos hídricos é apresentado ao Rotary de Venceslau

No mês em que o Rotary Club do Brasil celebra a temática “Recursos Hídricos e Saneamento Básico”, quando busca debater entre seus integrantes e comunidade mecanismos de apoio à formação e práticas em recursos hídricos e saneamento, visando o acesso à água potável e saneamento básico, o clube de serviço em Presidente Venceslau, através de seu presidente, Luiz Fernando Hamada, convidou a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, para fazer uma exposição sobre o assunto na reunião rotária ocorrida na noite de quinta-feira (17).

No ensejo, o presidente da Pontal Flora, José Alberto Mangas Pereira Catarino, apresentou o Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, iniciativa fruto da parceria entre a Pontal Flora com o Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP/CT-EA), Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, além de diversos outras entidades públicas e não governamentais.

 

“Atendemos ao convite feito pelo Hamada que gentilmente nos concedeu um painel junto ao Rotary Club, um dos mais eficientes clubes de serviço de nossa cidade, para que pudéssemos dissertar a respeito dos trabalhos da Pontal Flora, cuja atuação no campo de recuperação florestal e educação ambiental está integralmente ligada à preservação dos recursos hídricos de nosso município e região”, explica José Catarino. “O momento não poderia ser melhor, pois há poucas semanas iniciamos um abrangente projeto de treinamento e capacitação que atuará exatamente na área da preservação e gestão dos recursos hídricos diretamente em vinte e seis municípios da região do Pontal do Paranapanema”, informa.

Com uma a apresentação detalhada e objetiva, Catarino pode explicar toda a mecânica que envolve os cursos e atividades, bem como o público a ser alcançado, objetivos esperados, fonte de recursos, apoiadores, dentre outros. A proposta provocou entusiasmo nos presentes e muitos assumiram o compromisso de participar ativamente do Projeto.

Para o ambientalista, a receptividade foi tão surpreendente quanto motivadora. “Sempre que foi chamado a participar nas causas que promovam o bem comum e melhoras na sociedade, o Rotary Club, principalmente o de Venceslau, nunca se absteve. Ficamos muito felizes com a aceitação que o Projeto obteve e sentimos que ganhamos mais um grande e forte parceiro, exemplo que certamente contagiará os demais clubes dos municípios que estão na área de atuação do projeto”, comemora José Catarino.

O Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos teve início este ano e prevê capacitar educadores, técnicos das administrações municipais, docentes da rede pública municipal e estadual, escolas particulares e simpatizantes das causas ambientais para implementarem atividades orquestradas em núcleos municipais se constituindo, assim, numa mudança de atitudes e competências voltadas para a conservação dos recursos hídricos de cada município.

Homenagem

Acompanhado da esposa Maria Clara Ghidetti Catarino, José Catarino recebeu da presidência do Rotary Club de Presidente Venceslau uma placa com homenagem pelo trabalho desenvolvido e pela palestra realizada na instituição.

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14 DE MARÇO DE 2016

Visita do Colégio São Paulo, de Presidente Venceslau,
no viveiro da Pontal Flora

Alunos do Colégio São Paulo, unidade de Presidente Venceslau, estiveram visitando a Associação Pontal Flora e conhecendo em detalhes todas as etapas e processos de produção de mudas de espécies nativas e exóticas.

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20 DE FEVEREIRO DE 2016

Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos dá inícios a fase de cursos

clique aqui

Clique na imagem acima e fique informado de todas as ações e atividades referentes ao Projeto Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos, mais um grande projeto educacional capitaneado pela Associação Pontal Flora e que conta com a participação direta do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, além de diversos parceiros, como a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) - Campus de Presidente Prudente; a Universidade do Oeste Paulista (Unoeste); o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE); as Diretorias Regionais de Ensino de Presidente Prudente, Santo Anastácio e Mirante do Paranapanema; o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ); a Florari Ambiental; a Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (CODASP); a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI); a Companhia Energética de São Paulo (CESP); os Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs); a Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo; a Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN); bem como as prefeituras dos municípios que integram a área do CBH-PP.

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18 DE JUNHO DE 2015

Sala Verde: Com o apoio da Pontal Flora, alunos realizam
plantios de arvores nativas

A alunos do 7º ano do Colégio Escoteco, de Presidente Venceslau, plantaram cerca de 120 mudas de árvores nativas na Fazenda Alegria, situada nas proximidades do município de Caiuá. As mudas foram doadas pela Associação Pontal Flora, que também disponibilizou os colaboradores Yukishigue Okada e Vera Lúcia para acompanhar e auxiliar as crianças e os professores no momento do plantio.

A atividade faz parte do currículo disciplinar das matérias de Empreendedorismo e Ciências, ministradas pela professora Valquíria Garcia.

  

  

  

Fotos: Colégio Escoteco e Valquíria Garcia

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30 DE ABRIL DE 2015

Convênio celebrado entre Pontal Flora e Governo de SP visa preservação e gestão dos recursos hídricos


Governador Geraldo Alckmin na cerimônia de assinatura dos convênios, realizada
no Palácio dos Bandeirantes (
Foto: A2 Fotografia / Edson Lopes Jr.)

Na tarde da última quarta-feira, 29, o governador Geraldo Alckmin reuniu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, autoridades, prefeitos e representantes de empresas e organizações envolvidas com o meio ambiente e recursos hídricos, para a assinatura de 296 novos contratos de empreendimentos que serão financiados pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) junto as prefeituras e entidades civis.

Entre as entidades beneficiadas destaca-se a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, de Presidente Venceslau, cujo projeto “Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos” foi aprovado e adotado pela Câmara Técnica de Educação Ambiental do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP) para ser implementado nos 26 municípios que integram o comitê.

“Trata-se de projeto de capacitação técnica voltado a agentes municipais, em especial, engenheiros, técnicos e operadores de máquinas que atuam em áreas que possam impactar diretamente os recursos hídricos como, por exemplo, a manutenção de estradas rurais. Serão ministrados cursos teóricos e práticos por profissionais de reconhecida reputação técnica, visando capacitar os agentes para o exercício do seu papel no planejamento e implantação de ações de preservação e gestão dos recursos hídricos em seus respectivos municípios, respaldando-os com conhecimentos técnicos por forma a aprimorar e otimizar suas ações no campo”, explica José Alberto Mangas Pereira Catarino, presidente da Pontal Flora e responsável pelo desenvolvimento e implantação do projeto.

A iniciativa promoverá também um intercâmbio entre os professores das redes públicas de ensino e a comunidade dos 26 municípios abrangidos pelo CBH-PP. “O projeto levará educadores e população a vivenciar suas realidades, adotando metodologias para a formação continuada em educação ambiental, visando abordagens pedagógicas vinculadas a contextos locais, proporcionando aos docentes a vivência de atividades que levem à reflexão sobre desenvolvimento sustentável e outros conhecimentos relativos aos conceitos ambientais, contextualizando-os através de ações que possam ser transmitidas a seus alunos por forma a que estes angariem conhecimentos que levem a mudanças de atitude e a valores relacionados à educação ambiental com ênfase para a percepção da inter-relação solo-água-vegetação, como garantia e preservação da qualidade de vida em cada município”, ressalta Catarino.

Conforme informação do presidente da Pontal Flora, o projeto fomentará, ainda, em cada um dos municípios atendidos, a formação de Núcleos Municipais de Recuperação de Matas Ciliares, com o objetivo de apoiar, promover e executar ações integradas voltadas para a conservação ambiental, proteção da biodiversidade, desenvolvimento sustentável, recuperação de áreas degradadas e reflorestamento de locais ambientalmente vulneráveis para proteção dos recursos hídricos municipais.

Com o valor total de R$ 401.112,00, financiado em 100% pelo Fehidro, o Projeto “Capacitação e Treinamento para Preservação e Gestão dos Recursos Hídricos” tem duração prevista para 24 meses, período em que será cumprido um extenso cronograma com cursos teóricos e atividades práticas, subdividido em três vertentes temáticas, sendo: “Hidrologia e Gestão de Drenagem”, “Conservação e Manutenção de Estradas Rurais” e “Recuperação e Importância de Matas Ciliares”.

Constam como parceiros do projeto a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) - Campus de Presidente Prudente; a Universidade do Oeste Paulista (Unoeste); o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE); as Diretorias Regionais de Ensino de Presidente Prudente, Santo Anastácio e Mirante do Paranapanema; o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ); a Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (CODASP); a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI); os Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs); a Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo; a Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN); e as prefeituras dos municípios que integram a área do CBH-PP.

Credibilidade

Esta é a segunda vez, no período de quatro anos, em que a Pontal Flora tem projetos financiados com recursos do Fehidro para desenvolver e potencializar sua atuação na área de produção de mudas e de entidade regional difusora de educação ambiental. Em 2011, foi aprovado junto ao fundo estadual o projeto de obras de readequação da estrutura do viveiro, destinadas ao reuso da água e captação das águas pluviais, o que proporcionou racionalizar o uso da água da irrigação, garantindo, nesta época de escassez, uma economia diária de até 90 mil litros.

Foram construídos na oportunidade dispositivos para o recolhimento de todo o volume de águas pluviais e do excedente da irrigação das linhas de produção para um reservatório com capacidade de armazenamento para cinco milhões de litros. Para isso, toda a área do viveiro foi concretada e feitas canaletas de captação para conduzir a água, por gravidade, até o local específico que recebeu impermeabilização com geomembrana, evitando sua perca, por infiltração. Da bacia de captação, a água é bombeada, filtrada e enviada até a um outro reservatório, que atende as linhas de irrigação por sistema de micro aspersão.

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24 DE MARÇO DE 2015

Alunos da E.E. "Antonio Marinho" visitam sede da Pontal Flora

Alunos do 1º ano do ensino médio que estudam na Escola Estadual "Antonio Marinho de Carvalho Filho", de Presidente Venceslau, fizeram uma visita a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - POntal Flora.

Os professores Marcos Puerta e Elisabeth Caçula supervisionaram os alunos na visita. No local, assuntos sobre o conteúdo de biologia e química foram abordados, com o objetivo de reforçar as situações de aprendizagem previstas nos currículos das matérias.

Na associação, os estudantes puderam observar o preparo da terra, plantio de sementes, importância da reposição florestal, viveiro de mudas, entre outras coisas. O conteúdo oferecido teve o intuito de retomar e ampliar os conceitos sobre ecologia e a necessidade da preservação ambiental para a sociedade.

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27 DE FEVEREIRO DE 2014

Seminário debate programas governamentais para conservar
Bacia do Rio Santo Anastácio


Grande público prestigiou o evento, demonstrando assim o engajamento da sociedade
para com a questão envolvendo um dos principais rios da região

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP) realizou nesta sexta-feira o “Seminário Regional sobre o Programa Produtor de Água para a APRM (Área de Proteção e Recuperação de Manancial) do alto curso do Rio Santo Anastácio”. O evento ocorreu no Centro Comunitário Ataliba Rodrigues Filho, município de Anhumas.

O objetivo foi o de integrar gestores, técnicos, proprietários rurais e a comunidade em geral para a criação da Área de Proteção e Recuperação de Manancial do alto curso do Rio Santo Anastácio, cuja área da Bacia se delimita entre os municípios de Álvares Machado, Anhumas, Presidente Prudente, Pirapozinho e Regente-Feijó. Conforme disposto na Lei Estadual nº 9.866/97, “considera-se APRM uma ou mais sub-bacias hidrográficas dos mananciais de interesse regional para abastecimento público”.



Deputado Estadual Mauro Bragato, ladeado pelo prefeito de Anhumas, professores da Unesp e pelo presidente do CBH-PP, Ênio Magro

Dentre as ações previstas está o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), que consiste em pagamento ou incentivo a serviços ambientais como retribuição, monetária ou não, às atividades de conservação e melhoria dos ecossistemas e que geram serviços ambientais. A concessão dos incentivos ocorre somente à implantação parcial ou total das ações e práticas conservacionistas.

O Seminário abordou ainda o “Programa Produtor de Água”, modalidade PSA, de iniciativa da Agência Nacional de Águas (ANA) e o “Projeto Mina D’Água”, do Governo do Estado de São Paulo, além da importância do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para o produtor de água. Entre os palestrantes estiveram representantes da ANA, Secretaria do Meio Ambiente e DAEE. Autoridades políticas da região também se fizeram presentes.


Palestrante informou sobre experiências verificadas em Guaratinguetá

O evento foi organizado pelo Grupo de Trabalho (GT) APRM da Câmara Técnica de Planejamento, Avaliação e Saneamento (CT-PAS), e contou com os apoios da CATI - Coordenadoria de Assistência Técnica Integral CDA - Coordenadoria de Defesa Agropecuária CBRN - Coordenadoria da Biodiversidade e Recursos Naturais Prefeitura Municipal de Álvares Machado/SP Prefeitura Municipal de Pirapozinho/SP Prefeitura Municipal de Presidente Prudente/SP Prefeitura Municipal de Regente Fejjó/SP, CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Presidente Prudente), SABESP - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Pontal Flora - Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema, Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Presidente Prudente e Região, Ministério Público do Estado de São Paulo Sindicado dos Engenheiros no Estado de São Paulo.


Parceira no evento, a Pontal Flora distribuiu mais de 150 mudas de espécies nativas

+ Confira as fotos do Seminário clicando aqui

SAIBA MAIS:

Programa Produtor de Água -
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (CBH-PP), através da Câmara Técnica de Planejamento, Avaliação e Saneamento (CT-PAS), instituiu o Grupo de Trabalho para a criação da Área de Proteção e Recuperação de Manancial do alto curso do Rio Santo Anastácio (GT-APRM), cuja área da Bacia se delimita entre os municípios de Álvares Machado, Anhumas, Presidente Prudente, Pirapozinho e Regente Fejjó. Conforme disposto na Lei Estadual n° 9.866/97, "considera-se APRM uma ou mais sub-bacias hidrográficas dos mananciais de interesse regional para abastecimento público". Neste sentido, o grupo composto por membros do Estado, representantes dos municípios e da sociedade civil tiveram a iniciativa de realizar o "Seminário Regional sobre o Programa Produtor de Água para a APRM", que visa trazer informações sobre o que é o Pagamento por Serviços Ambientais, sua importância, benefícios e incentivar a preservação ambiental local.

Pagamento por Serviços Ambientais - O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) consiste na transferência de recursos (monetários ou outros) para estimular a proteção, o manejo e o uso sustentável nas áreas preservação permanente das propriedades (matas ciliares, p.ex.). A concessão dos incentivos ocorre somente após a implantação, parcial ou total, das ações e práticas conservacionistas previamente contratadas e os valores a serem pagos são calculados de acordo com os resultados: abatimento da erosão e da sedimentação, redução da poluição difusa e aumento da infiltração de água no solo.

Programa Produtor de Água - O Programa Produtor de Água, modalidade de PSA de iniciativa da Agência Nacional de Águas, tem como objetivo a redução da erosão e do assoreamento dos mananciais nas áreas rurais. Sua adesão é voluntária e prevê o apoio técnico e financeiro à execução de ações de conservação da água e do solo, como, por exemplo, a construção de terraços e bacias de infiltração, a readequação de estradas vicinais, a recuperação e proteção de nascentes, o reflorestamento de áreas de proteção permanente e reserva legal, o saneamento ambiental, etc. Desde sua criação, o Produtor de Água vem estimulando a adoção de práticas que visem à proteção hídrica no País. A contrapartida é a remuneração ao produtor rural que comprove as ações em sua propriedade.

Projeto Mina d'Água - O Projeto Mina d'Água do Governo do Estado de São Paulo é uma forma eficiente de estimular a proteção das nascentes de mananciais de abastecimento público, conciliando atividades de preservação com geração de renda principalmente no meio rural. O projeto foi instituído por meio do decreto 55.947/2010 que regulamenta a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). Os recursos são do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP) e serão repassados mediante convênios com as prefeituras.

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20 DE FEVEREIRO DE 2015

Mercado florestal brasileiro desperta a atenção
de países da África

Com o apoio do Banco Mundial, comitiva desembarca no Brasil para visitar empresas e instituições ligadas ao setor. Objetivo é desenvolver a indústria florestal na Etiópia e Moçambique

A partir da próxima segunda-feira, 23, um grupo de africanos provenientes da Etiópia e Moçambique inicia uma série de encontros e visitas técnicas no Brasil para conhecer de perto as experiências sobre os investimentos florestais privados cuja meta é suprir as indústrias e necessidades nacionais por madeira. A atividade conta com o apoio do Banco Mundial, que terá representantes acompanhando a comitiva durante as visitas. A instituição financeira internacional, que atua no fornecimento de empréstimos para países em desenvolvimento, prestará apoio às iniciativas dos participantes no processo de catalisação de reformas e inovações visando fomentar o desenvolvimento de uma moderna indústria florestal em seus respectivos países.

O Brasil foi escolhido como país anfitrião, de acordo com os organizadores, por ter uma destacada indústria florestal a nível mundial, com modernas tecnologias de produção e processamento da madeira, assim como diferentes formas de fomento, longa experiência de regulamentação e incentivos, e aprimorado os impactos ambientais e sociais neste setor.

Para o presidente da FARESP (Federação das Associações de Reposição Florestal do Estado de São Paulo), José Alberto Mangas Pereira Catarino, a vinda da comitiva africana demonstra o interesse desses povos em buscarem o conhecimento necessário a fim de que possam desenvolver, em seus países, novas fontes renováveis de produção de matéria prima lenhosa. “Apoiamos sempre esse tipo de iniciativa porque reflete o limiar de uma nova cultura africana que incentiva a produção florestal de forma sustentável, minimizando o impacto ao meio ambiente”, explica. Catarino menciona as experiências ocorridas na Nicarágua e Venezuela, onde foram implantados modelos sustentáveis de produção e manejo para preservar e garantir a sustentabilidade do abastecimento florestal daqueles países.

Na agenda dos participantes da missão africana está prevista para a terça-feira, 24, visitas a duas associações de reposição florestal, sendo elas o Instituto Refloresta e a Acervir, sediadas em Pilar do Sul (150km da capital de São Paulo) e Itu (90km da capital), respectivamente, onde conhecerão o modelo paulista de reposição florestal.

“Temos um modelo vitorioso de gestão da reposição florestal, através de associações regionais, implantado há mais de 25 anos no Estado de São Paulo, que atende os pequenos e médios consumidores de matéria prima florestal, modelo este que, por sua eficiência, já foi exportado para países da América Latina. No final de 2013, o próprio Banco Mundial reconheceu os trabalhos desenvolvidos pelas diversas associações de reposição florestal existentes no território paulista no campo do desenvolvimento e estudos na busca de alternativas ambientalmente corretas e sustentáveis com vistas à produção de florestas energéticas, com a consequente geração de renda, para países em desenvolvimento”, comenta Catarino.

Na publicação do Energy Sector Management Assistance Program (ESMAP), que é órgão ligado àquela instituição financeira, é enaltecido o modelo de sustentabilidade de produção de madeira energética e propõe sua implantação em países em desenvolvimento, principalmente os da América Central e África Subsaariana, que enfrentam atualmente graves crises de manutenção de suas reservas florestais que são destinadas a produção de energia e não são repostas.

Para o melhor aproveitamento da estada dos representantes etíopes e moçambicanos no Brasil foram elencados alguns objetivos principais, sendo eles o de melhorar o entendimento dos participantes no que tange às atividades de florestamento e reflorestamento que podem contribuir para diminuição da pobreza e inclusão social de produtores familiares na economia florestal; expor os últimos avanços e tecnologias de silvicultura de espécies de rápido crescimento, sustentabilidade ambiental das plantações, suas inter-relações com os ecossistemas naturais, e apoio às estratégias de redução do desmatamento e conservação das florestas naturais; elaborar políticas públicas de regulamentação, extensão e incentivos ao fomento florestal, assim como parcerias público-privadas; criar mecanismos de financiamentos inovadores e inteligentes, e estratégias que melhorem o clima para atrair novos investimentos florestais; e estabelecer vínculos e parcerias com organizações brasileiras, que possam apoiar as iniciativas na Etiópia e em Moçambique.

O cronograma de atividades prevê também visitas no decorrer da semana à sede do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais - IPEF, no município de Piracicaba (SP); visita a uma empresa do ramo de carvoaria em Atibaia (SP); e à Fibria Celulose, em Aracruz (ES).

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10 DE DEZEMBRO DE 2014

Tribunal de Justiça de São Paulo exige lei estadual
mais rígida que o novo Código Florestal

O governo do Estado de São Paulo tem de aplicar as leis locais que preservam mais o meio-ambiente do que o Novo Código Florestal. A Justiça paulista decidiu que a nova lei federal não justifica suspender exigências mais rigorosas feitas por normas estaduais desde 2001, como repor as árvores plantadas que forem cortadas. Com a aprovação do Código, em 2012, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo suspendeu a necessidade de reposição de florestas plantadas ou de espécies exóticas como, por exemplo, eucalipto ou pinus.

Para a Federação das Associações de Recuperação Florestal do Estado de São Paulo (FARESP), autora da ação civil pública, seguir o Novo Código Florestal implica prejuízo ao meio ambiente, pois o consumo de produtos florestais, no Brasil, supera o plantio de matéria-prima e espécies florestais. A juíza Laís Helena Bresser Lang, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital, reconheceu que a competência concorrente entre Estado e União para que o governo aplique a lei vigente desde 2001 e exija “a reposição florestal de matéria prima proveniente de floresta plantada, sob pena de multa diária de R$ 50.000″ ou eventuais danos ambientais caso a legislação paulista não seja observada.

Um decreto estadual datado de 05 de junho de 2014 revogou outro decreto estadual, de nº 52.762/2008, pelo qual pequenos e médios consumidores de produtos florestais pagavam um “valor-árvore” a uma associação de reposição florestal devidamente credenciada junto a Secretaria Estadual de Meio Ambiente. A suspensão da exigência de reflorestamento de árvores plantadas ou exóticas foi uma conclusão de um grupo de trabalho da Procuradoria-Geral do Estado. A sentença foi publicada em no último dia 05 de dezembro.

Com informações do site: jota.info

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06 DE DEZEMBRO DE 2014

Teor do ato: SENTENÇA Processo nº: 1016269-50.2014.8.26.0053 - Ação Civil Pública Requerente:Federação das Associações de Recuperação Florestal do Estado de São Paulo Faresp Requerido:FAZENDA PUBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO e outros Vistos. Trata-se de ação ordinária ajuizada por Federação das Associações de Recuperação Florestal do Estado de São Paulo Faresp contra FAZENDA PUBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO, Secretaria Estadual do Meiio Ambiente e SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE, insurgindo-se contra o ato administrativo que suspendeu a eficácia da Lei Estadual nº. 10.780/01, Decreto Estadual 52.762/08 e Resolução SMA 82/08, ao fundamento de revogação, pelo Novo Código Florestal (Lei nº. 12.651/12). A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo declarou suspensas as ações de efetivação de reposição florestal de todos que utilizam produtos e subprodutos florestais de espécies exóticas, o que implica em efetivo prejuízo ao meio ambiente, pois o consumo de produtos florestais, no Brasil, supera o plantio de espécies florestais, estando estes plantios muito aquém das necessidades de consumo. No entanto, trata-se de competência legislativa concorrente. A ré apresentou contestação a fls. 454/481, alegando, preliminarmente, ilegitimidade passiva da Secretaria do Meio Ambiente e, no mérito, inconsistência das alegações expendidas na inicial, que tem objetivo diverso e velado, referente à manutenção do sistema contributivo em que se insere o autor; ausência de prejuízo ambiental e prevalência do Novo Código Florestal, em detrimento da Lei Estadual nº. 10.780/01. O representante do Ministério Público apresentou seu parecer final a fls. 588/594, pela procedência do pedido. Relatados. Fundamento e decido. Julgo antecipadamente o pedido, nos termos do art. 330, inciso I, do Código de Processo Civil. A preliminar de ilegitimidade passiva restou superada, com a inclusão, no pólo passivo, da Fazenda do Estado de São Paulo, pelo que passo ao mérito. A pretensão merece guarida. Dispõe a Constituição Federal, em seu art. 24: "Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I - direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico; II - orçamento; III - juntas comerciais; IV - custas dos serviços forenses; V - produção e consumo; VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição; VII - proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico; VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; IX - educação, cultura, ensino e desporto; X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas; XI - procedimentos em matéria processual; XII - previdência social, proteção e defesa da saúde; XIII - assistência jurídica e Defensoria pública; XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência; XV - proteção à infância e à juventude; XVI - organização, garantias, direitos e deveres das polícias civis. § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais. § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados. § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. § 4º - A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário". Já a Constituição do Estado de São Paulo preceitua que: "CAPÍTULO IVDo Meio Ambiente, dos Recursos Naturais e do Saneamento SEÇÃO IDo Meio Ambiente Artigo 191 - O Estado e os Municípios providenciarão, com a participação da coletividade, a preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente natural, artificial e do trabalho, atendidas as peculiaridades regionais e locais e em harmonia com o desenvolvimento social e econômico. Artigo 192 - A execução de obras, atividades, processos produtivos e empreendimentos e a exploração de recursos naturais de qualquer espécie, quer pelo setor público, quer pelo privado, serão admitidas se houver resguardo do meio ambiente ecologicamente equilibrado. § 1º - A outorga de licença ambiental, por órgão, ou entidade governamental competente, integrante de sistema unificado para esse efeito, será feita com observância dos critérios gerais fixados em lei, além de normas e padrões estabelecidos pelo Poder Público e em conformidade com o planejamento e zoneamento ambientais. § 2º - A licença ambiental, renovável na forma da lei, para a execução e a exploração mencionadas no "caput" deste artigo, quando potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente, será sempre precedida, conforme critérios que a legislação especificar, da aprovação do Estudo Prévio de Impacto Ambiental e respectivo relatório a que se dará prévia publicidade, garantida a realização de audiências públicas. Artigo 193 - O Estado, mediante lei, criará um sistema de administração da qualidade ambiental, proteção, controle e desenvolvimento do meio ambiente e uso adequado dos recursos naturais, para organizar, coordenar e integrar as ações de órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, assegurada a participação da coletividade, com o fim de: I - propor uma política estadual de proteção ao meio ambiente; II - adotar medidas, nas diferentes áreas de ação pública e junto ao setor privado, para manter e promover o equilíbrio ecológico e a melhoria da qualidade ambiental, prevenindo a degradação em todas as suas formas e impedindo ou mitigando impactos ambientais negativos e recuperando o meio ambiente degradado; III - definir, implantar e administrar espaços territoriais e seus componentes representativos de todos os ecossistemas originais a serem protegidos, sendo a alteração e supressão, incluindo os já existentes, permitidas somente por lei; IV - realizar periodicamente auditorias nos sistemas de controle de poluição e de atividades potencialmente poluidoras; V - informar a população sobre os níveis de poluição, a qualidade do meio ambiente, as situações de risco de acidentes, a presença de substâncias potencialmente nocivas à saúde, na água potável e nos alimentos, bem como os resultados das monitoragens e auditorias a que se refere o inciso IV deste artigo; VI - incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a capacitação tecnológica para a resolução dos problemas ambientais e promover a informação sobre essas questões; VII - estimular e incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a utilização de fontes de energia alternativas, não poluentes, bem como de tecnologias brandas e materiais poupadores de energia; VIII - fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação genética; IX - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais das espécies e dos ecossistemas; X - proteger a flora e a fauna, nesta compreendidos todos os animais silvestres, exóticos e domésticos, vedadas as práticas que coloquem em risco sua função ecológica e que provoquem extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade, fiscalizando a extração, produção, criação, métodos de abate, transporte, comercialização e consumo de seus espécimes e subprodutos; XI - controlar e fiscalizar a produção, armazenamento, transporte, comercialização, utilização e destino final de substâncias, bem como o uso de técnicas, métodos e instalações que comportem risco efetivo ou potencial para a qualidade de vida e meio ambiente, incluindo o de trabalho; XII - promover a captação e orientar a aplicação de recursos financeiros destinados ao desenvolvimento de todas as atividades relacionadas com a proteção e conservação do meio ambiente; XIII - disciplinar a restrição à participação em concorrências públicas e ao acesso a benefícios fiscais e créditos oficiais às pessoas físicas e jurídicas condenadas por atos de degradação do meio ambiente; XIV - promover medidas judiciais e administrativas de responsabilização dos causadores de poluição ou de degradação ambiental; XV - promover a educação ambiental e a conscientização pública para a preservação, conservação e recuperação do meio ambiente; XVI - promover e manter o inventário e o mapeamento da cobertura vegetal nativa, visando à adoção de medidas especiais de proteção, bem como promover o reflorestamento, em especial, às margens de rios e lagos, visando à sua perenidade; XVII - estimular e contribuir para a recuperação da vegetação em áreas urbanas, com plantio de árvores, preferencialmente frutíferas, objetivando especialmente a consecução de índices mínimos de cobertura vegetal; XVIII - incentivar e auxiliar tecnicamente as associações de proteção ao meio ambiente constituídas na forma da lei, respeitando a sua autonomia e independência de atuação; XIX - instituir programas especiais mediante a integração de todos os seus órgãos, incluindo os de crédito, objetivando incentivar os proprietários rurais a executarem as práticas de conservação do solo e da água, de preservação e reposição das matas ciliares e replantio de espécies nativas; XX - controlar e fiscalizar obras, atividades, processos produtivos e empreendimentos que, direta ou indiretamente, possam causar degradação do meio ambiente, adotando medidas preventivas ou corretivas e aplicando as sanções administrativas pertinentes; XXI - realizar o planejamento e o zoneamento ambientais, considerando as características regionais e locais, e articular os respectivos planos, programas e ações; Parágrafo único - O sistema mencionado no "caput" deste artigo será coordenado por órgão da administração direta que será integrado por: a) Conselho Estadual do Meio Ambiente, órgão normativo e recursal, cujas atribuições e composição serão definidas em lei; b) órgãos executivos incumbidos da realização das atividades de desenvolvimento ambiental. Artigo 194 - Aquele que explorar recursos naturais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com a solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei. Parágrafo único - É obrigatória, na forma da lei, a recuperação, pelo responsável, da vegetação adequada nas áreas protegidas, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Artigo 195 - As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, com aplicação de multas diárias e progressivas no caso de continuidade da infração ou reincidência, incluídas a redução do nível de atividade e a interdição, independentemente da obrigação dos infratores de reparação aos danos causados. Parágrafo único - O sistema de proteção e desenvolvimento do meio ambiente será integrado pela Polícia Militar mediante suas unidades de policiamento florestal e de mananciais, incumbidas da prevenção e repressão das infrações cometidas contra o meio ambiente, sem prejuízo dos corpos de fiscalização dos demais órgãos especializados" (grifos nossos). Já a Lei nº 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, preceitua que: . . . DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art 2º - A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento sócio-econômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios: I - ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido, tendo em vista o uso coletivo; II - racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar; Ill - planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais; IV - proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas; V - controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras; VI - incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais; VII - acompanhamento do estado da qualidade ambiental; VIII - recuperação de áreas degradadas; IX - proteção de áreas ameaçadas de degradação; X - educação ambiental a todos os níveis de ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente. Art 3º - Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por: I - meio ambiente, o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas; II - degradação da qualidade ambiental, a alteração adversa das características do meio ambiente; III - poluição, a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente: a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população; b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas; c) afetem desfavoravelmente a biota; d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos; IV - poluidor, a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental; V - recursos ambientais: a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora. DOS OBJETIVOS DA POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Art 4º - A Política Nacional do Meio Ambiente visará: I - à compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico; II - à definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico, atendendo aos interesses da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios; III - ao estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e de normas relativas ao uso e manejo de recursos ambientais; IV - ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso racional de recursos ambientais; V - à difusão de tecnologias de manejo do meio ambiente, à divulgação de dados e informações ambientais e à formação de uma consciência pública sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico; VI - à preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à sua utilização racional e disponibilidade permanente, concorrendo para a manutenção do equilíbrio ecológico propício à vida; VII - à imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados e, ao usuário, da contribuição pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos. Art 5º - As diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente serão formuladas em normas e planos, destinados a orientar a ação dos Governos da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios no que se relaciona com a preservação da qualidade ambiental e manutenção do equilíbrio ecológico, observados os princípios estabelecidos no art. 2º desta Lei. Parágrafo único - As atividades empresariais públicas ou privadas serão exercidas em consonância com as diretrizes da Política Nacional do Meio Ambiente (grifos nossos). Logo, no contexto do Ordenamento Jurídico Pátrio, verifica-se caber tanto à União, quanto aos Estados, a competência legislativa concorrente em matéria ambiental, conferindo-se à União a incumbência de traçar normas gerais e aos Estados as normas suplementares, de forma à atender às respectivas peculiariedades regionais, sempre visando à preservação, conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente, sendo exatamente ao que se propôs a impugnada Lei Estadual em testilha, e suas normas regulamentadoras. Questiona-se o fato da Lei nº 12.651/12, em seu art. 33, dispensar da recuperação florestal, as pessoas físicas ou jurídicas, que se utilizam de matéria-prima florestal, oriunda de floresta plantada, quando a legislação do Estado de São Paulo não concede tal benefício. Há, contudo, apenas aparente conflito de normas, que logo se compatibilizam, da análise sistemática dos dispositivos constitucionais e legais que regem a matéria, de forma mais enfática a Constituição Federal e a Constituição do Estado de São Paulo: Em primeiro lugar, a Carta Magna estipula a competência concorrente da União, Estados e Distrito Federal, para legislar sobre meio ambiente e, especificadamente, florestas, consignando de forma expressa que a competência da União limita-se às normas gerais, cabendo aos Estados suplementá-las; a Constituição do Estado de São Paulo prevê o ativismo do Estado de São Paulo, tanto na preservação, conservação e defesa, quanto na recuperação e melhoria do meio ambiente, atendidas as peculiaridades regionais e locais, e em harmonia com o desenvolvimento social e econômico. Ora, pelas características do Estado de São Paulo, região que há muito vem sendo alvo de intenso processo de industrialização, mediante comprometimento de seus recursos naturais, por curial que a legislação ambiental deste Estado deve ser mais protetiva, com medidas que viabilizem a implementação dos preceitos constitucionais, daí a exigência de recuperação florestal, mesmo se a degradação partir de floresta plantada, visando, no mínimo, recuperar o meio ambiente e, se possível, melhorá-lo. Não há, portanto, contrariedade à lei federal, a ensejar a revogação, derrogação ou perda de eficácia da lei estadual, como pretende a ré, o que só viria à prejudicar o meio ambiente do Estado de São Paulo, na contra-mão de direção ao que preceituam as Constituições Federal e Estadual e ao que efetivamente demanda a situação fático-jurídica do Estado, de forma à harmonizar a utilização dos recursos naturais, com o seu peculiar desenvolvimento social e econômico regional. No mesmo sentido, o fundamentado parecer ministerial. Vale a transcrição do quanto ressaltou a D. Representante do Ministério Público, acerca da alegada inexistência de prejuízo ambiental: ". . . A recomposição florestal nativa é o óbvio, o mínimo do mínimo. Porém, as questões ambientais merecem maior proteção. E no caso em tela, incentivar o incremento de plantio de vegetação não nativa é um plus que deve ser mantido. Isso porque, aumenta a oferta de matéria-prima florestal, sem que haja necessidade de buscar-se esse material nas florestas nativas, que devem ser preservadas. Ou seja, a vegetação não nativa representa um atrativo que serve como alternativa à exploração à mata nativa. Por isso a legislação estadual é mais protetiva ao meio ambiente e consequentemente à população como um todo, devendo ser mantida, não havendo incompatibilidade com a legislação federal" (fl. 593). Desta forma, à par de eventuais intenções outras das partes, subjacentes às teses apresentadas nos autos, há de prevalecer a legislação estadual e respectiva regulamentação normativa que, inequivocamente, vem à proteger de forma mais incisiva o meio ambiente regional, de forma atual e preventiva, em prol da manutenção e, se possível, da melhoria da qualidade de vida da geração atual e vindoura, sem qualquer viés de inconstitucionalidade ou conflito de normas. Ante o exposto, julgo procedente o pedido formulado, mantendo a liminar deferida pelo Juízo (salvo deliberação em contrário, pelo Egrégio Tribunal de Justiça, frente ao Agravo de Instrumento interposto), para determinar a efetiva aplicação da Lei Estadual nº 10.780/01, do Decreto Estadual nº 52.762/09 e da Resolução SMA nº 82/08, suspensos parcialmente que foram ao fundamento de derrogação, pelo Novo Código Florestal, para se exigir a reposição florestal de matéria prima proveniente de floresta nativa e/ou plantada, sob pena de multa diária de R$ 50.000,00. Arcará a ré com eventuais danos ambientais causados pela inobservância da legislação supra, a serem apurados em sede de liquidação de sentença. Julgo extinto o processo, nos termos do art. 269, inciso I, do CPC. Arcará a ré, outrossim, com o pagamento das custas, despesas processuais e honorários advocatícios, estes fixados em R$ 15.000,00, com fulcro no art. 20, parágrafos 3º e 4º, do CPC. Arquivem-se oportunamente, com o trânsito em julgado. Oficie-se ao Egrégio Tribunal de Justiça, ante a pendência do recurso de Agravo. P. R. I. Ciência ao MP. São Paulo, 05 de dezembro de 2014. LAIS HELENA BRESSER LANG AMARAL Juíza de Direito Advogados(s): Marcia Maria de Castro Marques (OAB 121971/SP), Adib Kassouf Sad (OAB 127818/SP), Vitor Nagib Eluf (OAB 254834/SP).

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18 DE SETEMBRO DE 2014

Dia da Árvore: Crianças conhecem trabalhos
desenvolvidos pela Pontal Flora

Para celebrar o Dia da Árvore (21 de setembro), alunos do 4º e 6º anos do Colégio Escoteco, de Presidente Venceslau, visitaram junto com as professoras Rita Gagg e Valquíria Garcia, no último dia 10, a sede e viveiro de produção da Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora. Monitorados pelo engenheiro agrônomo Yukishigue Okada e demais profissionais da Pontal Flora, os estudantes aprenderam um pouco mais sobre a importância da preservação do meio ambiente, dando continuidade ao conteúdo estudado em sala de aula.

   

Fotos: Divulgação/Colégio Escoteco

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28 DE AGOSTO DE 2014

Confira as fotos do estande da Pontal Flora na 38ª Faive

  

  

Para ver estas e outras fotos, clique aqui

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22 DE AGOSTO DE 2014

Pontal Flora passa a integrar rede ‘Salas Verdes’
do Ministério do Meio Ambiente


"Sala Verde" está aberta à visitação da população no horário de expediente da PF

O Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) contemplou neste ano 110 novas instituições de 21 estados brasileiros com o Projeto Salas Verdes. A Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Pontal Flora, sediada em Presidente Venceslau, é uma das beneficiadas e começou a receber diversas publicações e materiais audiovisuais do MMA para que sejam disponibilizadas à população.

O Projeto Salas Verdes consiste no incentivo a implantação de espaços socioambientais para atuarem como potenciais centros de informação e formação ambiental. Vinculada a uma instituição pública, privada ou mesmo a uma organização não governamental, o objetivo básico de qualquer Sala é a democratização da informação ambiental e a busca por maximizar as possibilidades dos materiais distribuídos, colaborando para a construção de um espaço que, além do acesso gratuito a informação, ofereça a possibilidade de reflexão e construção do pensamento e ação ambiental.

Antes mesmo de ser contemplada com o projeto governamental, desde o ano de 1998 a Pontal Flora cede sua biblioteca e parte de sua estrutura para uso da população, em especial estudantes, principalmente a aqueles que cursam o ensino superior nas áreas agroambientais. Com centenas de livros, revistas e materiais com temática voltada exclusivamente ao meio ambiente, a partir de agora a Sala Verde “Espaço Ambiente Sustentável e Cidadania” passa a ter seu acervo reforçado com as publicações enviadas diretamente pelo Ministério do Meio Ambiente.


Livros, cartilhas e publicações para todas as idades fazem parte do Projeto

Para o ambientalista José Alberto Mangas Pereira Catarino, presidente da Pontal Flora, a escolha da entidade para abrigar um dos projetos da pasta governamental se constitui como um instrumento agregador aos trabalhados desenvolvidos pela associação ao longo de vinte e três anos de existência. “Tão logo soubemos da abertura das inscrições para o Projeto Salas Verdes enviamos a proposta de trabalho e de parceria. Agora, a Pontal Flora conta com a chancela e o apoio institucional do Ministério do Meio Ambiente para o desenvolvimento de suas atividades voltadas à educação ambiental e que são desenvolvidas com a participação da comunidade”, explica. “Somente com a conscientização das crianças, jovens e adultos de hoje é que conseguiremos preservar e manter o que resta da natureza para o futuro”, ressalta Catarino.

A Sala Verde da Pontal Flora funciona em conjunto com a sala de uso múltiplo, inaugurada há quinze anos e que tem abrigado inúmeros cursos de capacitação e treinamentos, seja na área ambiental e de recuperação de áreas degradadas, seja na área do agronegócio florestal e de florestas de proteção, assim como na área do artesanato e manipulação de essências, cursos estes dirigidos a pequenos agricultores familiares, a técnicos de diversos órgãos públicos, a professores e alunos do ensino fundamental, médio e superior.

Pioneira na região

A Sala Verde “Espaço Ambiente Sustentável e Cidadania” é a primeira a ser instalada na região do Oeste Paulista. As Salas Verdes mais próximas, geograficamente, estão localizadas nas cidades de Penápolis (SP), Londrina (PR) e Glória de Dourados (MS), todas com, no mínimo, 220km de distância da sede da Pontal Flora.

Na 38ª Faive

Durante a 38ª edição da Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau (Faive/2014) a Pontal Flora dedicará parte de seu estande para expor os materiais do Projeto Salas Verdes. No decorrer da mostra agropecuária, os visitantes poderão ter acesso a leitura de livros e assistir vídeos sobre temas ligados a sustentabilidade e ao meio ambiente, além de conferir os trabalhos realizados pela associação de recuperação florestal. Para as unidades de ensino que demonstrarem interesse em levar seus alunos ao estande, a Pontal Flora recomenda agendar a visita com antecedência.

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05 DE JUNHO DE 2014

Atendidos pelo CAPS de Venceslau comemoram
"Dia do Meio Ambiente" na Pontal Flora


Pacientes atendidos do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS de Presidente Venceslau e que realizam atividades semanais na sede da Associação Pontal Flora comemoraram na data de hoje, pela manhã, o "Dia do Meio Ambiente". Conforme as profissionais de saúde responsáveis pelo CAPS, a atividade teve por objetivo a conscientização do cuidado com a natureza.

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21 DE MAIO DE 2014

Mudas são doadas pela Pontal Flora e distribuídas à população


Promotor de Justiça Nelson Bugalho com membros da Pontal Flora,
Tiguinho Okada, Vera Lúcia e Luiz Gagg

A Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Pontal Flora contribuiu com a doação de 300 mudas de espécies nativas da região para entrega gratuita à população em uma ação ambiental complementar a palestra ministrada pelo Promotor de Justiça do Meio Ambiente, Nelson Bugalho, ocorrida nessa quarta-feira, 21, no Anfiteatro Municipal de Presidente Venceslau.

  

O evento teve como temática a Sustentabilidade Ambiental, sendo acompanhado com atenção por alunos do Colégio São Paulo e da Escola Técnica Estadual “Professor Milton Gazzetti”. Na apresentação, Bugalho abordou as boas práticas ambientais que devem ser adotadas pela sociedade e alertou o público sobre a devastação desenfreada que tem colocado em risco os recursos naturais básicos para a manutenção e sobrevivência da vida no planeta. Para tanto, citou exemplos de situações observadas em vários lugares do mundo, como também aquelas mais próximas à realidade regional, como casos envolvendo a destinação do lixo urbano de Presidente Prudente, a ausência de um sistema de tratamento de esgoto em Presidente Venceslau e ainda os esforços de preservação da fauna e da flora existentes no Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio.

  

Ao final, o público foi convidado a se deslocar até o semáforo situado no cruzamento das avenidas Princesa Isabel e Newton Prado para entregar a motoristas e pedestres as mudas cultivadas no viveiro da Pontal Flora.


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17 DE MARÇO DE 2014

Pontal Flora participa de Eco-Mutirão na Orla de Epitácio


Dal Mas, Zé Cabeludo, Vera, Tiguinho Okada, Mael
e o prefeito Sidnei "Picucha" deram início aos plantios

Dezenas de moradores de Presidente Epitácio e municípios vizinhos estiveram mobilizados na manhã do último domingo (16) participando do eco-mutirão coordenado pelo Projeto “Epitácio Verde”. Mudas de árvores de variadas espécies nativas foram plantadas na região da Orla Fluvial, proximidades do Centro de Estudos Ambientais e Memorial do Índio Tupi Guarani.

No evento, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema – Pontal Flora esteve presente com a doação de parte das mudas utilizadas na ação ambiental. O engenheiro agrônomo Yukishigue Okada, a secretária Vera Lucia Oliveira Menezes, o empresário do ramo ceramista José Francisco dos Santos, o “Zé Cabeludo”, e o jornalista Danilo Bomfim representaram a entidade sediada em Presidente Venceslau e auxiliaram nos procedimentos de plantio.

De acordo com o ambientalista Eduardo David Schebuk, um dos idealizadores e coordenadores do “Epitácio Verde”, a eco-atividade teve como principal objetivo a conscientização e formação de novos multiplicadores das ações propostas pelo projeto. “Precisamos começar a entender de preservação, manutenção e recuperação ambiental com a inteligência de explorar os recursos naturais de maneira equilibrada”, enfatizou em postagem feita em uma rede social.

Entre representantes de diversos segmentos da sociedade epitaciana, com destaque para os alunos do Sesi, integrantes do Clube Desbravadores e da Associação dos Recicladores de Presidente Epitácio (ARPE), o prefeito Sidnei Caio da Silva Junqueira “Picucha”, também participou do plantio acompanhado de seu assessor e secretário municipal de planejamento e meio ambiente, Antônio Domingos Dal Mas, e do vereador Josimael Barbosa Interaminense. Em um rápido pronunciamento, Picucha agradeceu a todos que ali estavam e elencou os esforços de sua administração para com a manutenção dos espaços públicos visando o bem estar dos usuários e frequentadores, bem como o fomento ao turismo no município.

Limpeza e catalogação - No decorrer da atividade de domingo, foram recolhidos materiais descartados de forma indevida ao longo da Orla Fluvial. Simultaneamente, foi dado início aos trabalhos de identificação e registro por geolocalização das árvores do município, tanto as que se encontram na área urbana quanto rural, para o Inventário Vegetal de Presidente Epitácio, outra ação de iniciativa do Projeto “Epitácio Verde”. Ao lado de cada espécie catalogada, é instalada uma placa de fácil identificação. Em breve, as informações de todas as unidades estarão disponibilizadas na internet para aqueles que buscam conhecer mais sobre as espécies arbóreas da região.

Parceria - Ao longo de seus 23 anos de existência a Pontal Flora tem participado ativamente de todas as ações que visam a proteção e a conservação do meio ambiente na região do Pontal do Paranapanema, realizando parcerias de sucesso e apoiando atividades sociais, educacionais e ambientais como é o caso do Projeto “Epitácio Verde”.

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20 DE FEVEREIRO DE 2014

Pontal Flora presente na 1ª Feira Solidária da Agricultura Familiar

Com estande oferecendo grande variedade de mudas de espécies nativas e exóticas destinadas ao plantio de recuperação em áreas degradadas, bem como incentivando o cultivo comercial de madeira, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora participa da 1ª Feira Solidária da Agricultura Familiar da Cidadania, que teve seu início nesta quinta quinta-feira e vai até sábado (22/02), no Parque de Exposições “Alfredo Ellis Neto”, em Presidente Venceslau.

O evento é promovido pelo Conselho de Desenvolvimento Territorial do Pontal do Paranapanema (Codeter) e envolve vários parceiros. Além da Pontal Flora, fazem parte da exposição cerca de 100 expositores de 32 municípios da região, que aproveitam a mostra para comercializar e, principalmente, divulgar produtos agrícolas de origem da agricultura familiar.

A programação da Feira Solidária conta com shows gratuitos, palestras especiais destinadas a produtores rurais, além de praça de alimentação e parque de diversões. Na sexta-feira, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, assina o convênio que destina R$ 55,8 milhões para a implantação de novos assentamentos no Pontal do Paranapanema. O Convênio de Reversão de Terras Públicas, a ser firmado entre governo estadual (Itesp) e União (Incra), prevê entregar à reforma agrária 18.514 hectares de terras, dividas em cerca de 20 propriedades rurais. Estima-se que cerca de 700 famílias de acampados deverão ser beneficiadas nos próximos dois anos.

Fotos gentilmente cedidas por Nilson Fernandes

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18 DE FEVEREIRO DE 2014

Deputado Ed Thomas recebe visita de dirigentes de entidades que cuidam de reflorestamento


Deputado Ed Thomas, Zé Catarino e Nagamura

O Deputado Estadual Ed Thomas (PSB) recebeu em seu gabinete, terça-feira, 18/2, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o ex-prefeito de Presidente Venceslau, José Alberto Mangas Pereira Catarino, presidente da Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema (Pontal Flora), juntamente com João Carlos Seiki Nagamura, secretário executivo do Instituto Refloresta, duas entidades que cuidam da preservação do meio ambiente, através de diversos projetos e ações.

Como membro da Comissão do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, Ed Thomas ressalta a importância de objetivos fundamentais, como a missão de operacionalizar a execução da reposição florestal obrigatória, desenvolver práticas de recuperação das áreas de preservação permanente, aumentar a oferta de matéria-prima de florestas da região, promovendo a educação ambiental alicerçada pela cultura de preservar o meio ambiente.

O parlamentar ainda enfatizou os propósitos da Pontal Flora, destacando as ações alicerçadas por mais de vinte anos de: “muita luta, de muitos sonhos transformados em efetivas realizações nas áreas ambiental, social e de preservação, recuperação e do agronegócio florestal, com mais de quinze milhões de mudas de árvores nativas e exóticas plantadas, produzidas”, cujo lema é “Reflorestando o presente, preservando o futuro”. A Pontal Flora, fundada em 1991, é uma entidade preservacionista constituída por consumidores de matéria-prima florestal, por produtores rurais e colaboradores ambientalistas, tendo sua área de atuação direta circunscrita a 56 municípios do Oeste paulista.

Já o Instituto Refloresta, nome fantasia adotado em 2010 - era Associação Ecoar Florestal, conta atualmente com a atuação de 26 pessoas em sua equipe, entre agrônomos, engenheiros florestais, educadores, técnicos agrícolas e florestais, viveiristas, coletores de sementes, administrativos e estagiários que atuam nos 5 Núcleos, localizados nas cidades de São Paulo (sede), Pilar do Sul, Capão Bonito, Porto Feliz e Ibiúna.


Texto e Foto: Assessoria de Comunicação do Deputado Estadual Ed Thomas (PSB)

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21 DE SETEMBRO DE 2013

Vídeo: Assista a apresentação feita às crianças na "Semana da Conscientização Ambiental" da Pontal Flora


 


Clique aqui e confira também a reportagem feita pela TV Fronteira

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16 DE SETEMBRO DE 2013

Crianças participam de atividades sobre preservação ambiental

Teve início nesta segunda-feira, 16, em Presidente Venceslau a “Semana da Conscientização Ambiental”, iniciativa da Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora e que visa o despertar da consciência ecológica entre alunos de séries iniciais do ensino fundamental das escolas pertencentes as redes pública e particular de ensino. Até a próxima sexta-feira, grupos de estudantes visitarão as dependências da entidade e participarão de atividades com temáticas ligadas a preservação da natureza.

  

“A meta é sensibilizar as crianças para a percepção e entendimento do real valor do meio ambiente na vida de cada ser humano e sobre seu papel no processo de proteção dos recursos ambientais para a atual e futuras gerações”, explica o presidente da Pontal Flora, José Alberto Mangas Pereira Catarino.

  

Com visitas de aproximadamente 90 minutos de duração, alunos e professores tem a oportunidade de conhecer a área do viveiro de produção de mudas, o arboreto e uma exposição com brinquedos e artigos de decoração confeccionados com materiais de reciclagem. Na sala de educação ambiental, assistem e interagem com um teatro infantil. Ao final, cada grupo recebe lanche e ainda uma muda de espécie nativa para ser plantada em local de livre escolha.

  

A “Semana da Conscientização Ambiental” na Pontal Flora conta com a participação de funcionários e colaboradores, além de um grupo de alunos dos cursos de Pedagogia, Educação Física e Letras da Uniesp e das escritoras venceslauenses Nicolly Bueno e Ada Roque. A ação tem o apoio da indústria Alimentos Wilson e faz parte do conjunto de atividades com foco na educação ambiental que a associação de recuperação florestal desenvolve com estudantes de todos os níveis de escolaridade ao longo de seus 22 anos de existência.




Clique aqui e confira mais fotos em nosso Facebook!

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01 DE SETEMBRO DE 2013

Na ‘Semana da Árvore’, Pontal Flora realizará atividades com crianças

Visando o despertar da consciência ecológica entre alunos de series iniciais das escolas pertencentes as redes pública e particular de ensino, a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora, situada no município de Presidente Venceslau, desenvolve entre os dias 16 e 20 de setembro uma programação especial em seu viveiro com abordagens a temas ligados a preservação do meio ambiente.

Denominada “Semana da Conscientização Ambiental”, a iniciativa terá como meta atentar o público alvo, formado preferencialmente por alunos do segundo e terceiro ano do ensino fundamental, para a percepção e entendimento do real valor do meio ambiente natural na vida de cada ser humano e sobre seu papel no processo de proteção dos recursos ambientais. As escolas interessadas poderão agendar suas participações até o dia 11 de setembro junto a Pontal Flora através do telefone (18) 3271-3633. Não há qualquer custo, ficando sob responsabilidade da unidade escolar o deslocamento dos alunos até a sede da associação de recuperação florestal.

Além dos funcionários da Pontal Flora que estarão mobilizados no evento, a programação contará com a participação de um grupo de alunos do curso de Pedagogia da Uniesp, e das escritoras venceslauenses Nicolly Bueno e Ada Roque, sendo a última, responsável pela adaptação de uma estória infantil exclusivamente para o evento. A “Semana” conta com o apoio do Centro Cultural “Salvador Lopes”.

Conforme a programação divulgada, serão recebidas diariamente duas turmas de no máximo 60 crianças cada, sempre no período da manhã. Durante a permanência na sede da Pontal Flora os estudantes farão visita pela área do viveiro, do arboreto e por uma exposição de brinquedos e materiais de decoração confeccionados com materiais reciclados. Na sequência, ouvirão a estória com temática ambiental e, por fim, receberão lanche. As atividades terão duração aproximada de 90 minutos e cada grupo receberá uma muda de espécie nativa para ser plantada em local de livre escolha.

“O meio ambiente natural é o fundamento invisível das diferenças sócio econômicas entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Se faz urgente que cada pessoa entenda como esta questão afeta sua vida de forma direta e irreversível. Por isso, é necessário que desde muito cedo se trabalhe entre as crianças os conceitos de preservação do meio ambiente”, argumenta José Alberto Mangas Pereira Catarino, presidente da entidade. Ainda conforme o ambientalista, se nada for feito de forma rápida e efetiva “as próximas gerações serão prejudicadas duplamente, pelos impactos ambientais e pela falta de visão da atual geração em não explorar adequadamente a vantagem competitiva dos recursos naturais ora existentes”, enfatiza Catarino.

A “Semana da Conscientização Ambiental” compõe o conjunto de atividades com foco na educação ambiental que a Pontal Flora desenvolve com estudantes de todos os níveis de escolaridade ao longo de seus 22 anos de existência.

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26 DE AGOSTO DE 2013

Estande da Pontal Flora na 37ª Faive, em Pres. Venceslau

   

   

   

   

Mais uma vez a Associação de Recuperação Florestal do Pontal do Paranapanema - Pontal Flora se faz presente na Feira Agropecuária e Industrial de Presidente Venceslau (Faive/2013) expondo seus trabalhos no campo de produção de mudas de espécies nativas e exóticas destinadas ao reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, bem como na área de educação ambiental.

Pelo segundo ano consecutivo a Pontal Flora mantém parceria com o Viveiro Beija-Flor, que traz para o estande variadas espécies de flores e plantas ornamentais. Repetindo o sucesso do ano passado, as Rosas do Deserto tem atraído grande público por sua exótica beleza.

Visite o estande da Pontal Flora durante a Faive. A mostra agropecuária termina no próximo domingo, 01 de setembro.

   

   

   

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Vídeo institucional da ABRAF aponta os benefícios das florestas plantadas no Brasil. Confira!

 

Vídeo produzido pela ABRAF - Associação Brasileira de Produtores de
Florestas Plantadas e disponibilizado no YouTube

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